Arambaré é um município do estado do Rio Grande do Sul. Cujo nome significa "o sacerdote que espalha luz". Nesta localidade, conhecida desde os tempos coloniais de 1714, era habitado por índios Arachas, também conhecidos como Arachanes ou Arachãs, que na língua tupi significa "patos", com costumes super especiais. Também morava por lá pescadores e comerciantes de peles que tinham mãos e pés bem desenvolvidos. Arambaré preserva ainda hoje a maior figueira do estado, a Figueira da Paz, com aproximadamente 141 metros de perímetro. Sua copa abrange um raio de 50 metros e a circunferência do tronco é de 12 metros. Com idade aproximada entre 400 e 700 anos, essa figueira está situada no centro da cidade, cercada por bancos e é iluminada à noite, presenteando a população com o espírito de convívio com a natureza.
Além, de ter um ótimo acesso, é muito bonito o trajeto.
A figueira é uma árvore originária da região da Mata Atlântica de nome científico de Fícus Organensis, compondo uma bela paisagem natural em toda a Costa Doce. Na cidade, a imagem da figueira é utilizada como um símbolo da emancipação política e administrativa do município.
Conta à lenda que uma índia de nome “Justa”, teria se abrigado junto a essa figueira e aqui permanecido até a sua morte. Não existe um relato ao certo sobre o que aconteceu, existem muitas histórias de sua permanência solitária no local. Enquanto uns falam de um mal de amor outros segundo o blog Arte e fatos, é relatado que índias defloradas por índios de tribos diferente e que ficassem grávidas eram banidas do convívio daquela tribo, restando assim viver sólitas na mata selvagem. Assim definem a permanência solitária da índia Justa.
Quando mirei essa imagem me veio a mente um presságio de que o espirito da Índia Justa ainda permanece nesta encantada figueira.
Arambaré é rodeado pela maior lagoa de água doce do Brasil. A Lagoa dos Patos.
Até a próxima se Deus quiser...