sexta-feira, 19 de junho de 2015

Fogão rústico e campeiro



Fogão a lenha é minha paixão. Além de serem bonitos, eles aquecem a casa. Também fazemos deliciosas refeições. A comida fica maravilhosa, feito no fogão de ferro. A carne frita numa panela ferro tem outro sabor. Meus filhos adoram arroz com rapinha. Essa rapinha de arroz somente se faz no fogão de lenha. Meu projeto para essa cozinha do galpão era outro. Queria um fogão de ferro amarelo. Pois já temos outros  dois fogão campeiro. Numa viagem a Caxias-RS, vi o fogão amarelo dos meus sonhos. Mas Alfredo me mostrou várias vantagens do fogão de rabo ou campeiro. Tive que concordar com ele. Uma das vantagens é não precisar cortar lenha. Segue imagens das fases da construção de nosso fogão número 03.
 
 










Fazer fogo com lenha verde, somente o Alfredo; guri de cidade...

Até a próxima se Deus quiser...

 Anajá Schmitz

terça-feira, 16 de junho de 2015

Fumaça me traz lembrança da Solidão


Queimar o campo era coisa dos antigos. Lembro que meu pai fazia queimadas para acabar com as macegas para brotar o pasto novo pro gado. Naquela época ele não tinha consciência nenhuma de preservar ambiente onde vivia. Nestas macegas tinha cobras e era uma correria de cobras pelo campo. Muito corridão de cobra levei em minha infância. Eu na minha inocência acreditava que as cobras corriam atrás da gente para nos pegar. Mas o que acontecia era que nós disparávamos para o mesmo lado. Uma vez corri tanto, que fiquei sem ar. Do potreiro até a casa era muito longe. Só parei em cima da mesa da cozinha gritando desesperada. Cade a cobra? Que cobra que nada. Ela ficou lá no campo. Mas em minha imaginação ela estava nos meus garrão. Lembranças daquela época, mas hoje em dia, ainda fico impressionada com a ignorância de alguns. Esta fumaça é de um incêndio provocado por um vizinho perto de nossa casa. Um rapaz jovem que por certo tem conhecimento de todo o problema ambiental que o planeta enfrenta e sobre o esforço coletivo para a preservação do meio ambiente. Porém, na prepotência dele, ele pode fazer a queimada isso não vai dar em nada.







Até a próxima se Deus quiser...

 Anajá Schmitz

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Construindo a cozinha no galpão 1


Essa é a cozinha do galpão. Ela tem 10 m x 4 m. Fazer essa parte inicial foi tranquilo. Bem! Tranquilidade na compra dos materiais. Trocamos nosso empreiteiro. Ai começou a correr tudo tranquilo. Uma coisa aprendi nesta construção. Temos que valorizar o regional. Comprar produtos fabricados em nossa região. Além de ser mais barato temos contato com o fabricante. Outra dica é sair em cidadezinhas do interior e visitar as lojas que vendem material de construção, nestas cidades não existe muita procura. Se encontra coisa muito boa e antiga, com um preço inacreditável de tão barato. Os comerciantes dessas cidades onde as tendências são mais urbanas, ficam com as mercadorias rústicas parados por muito tempo, se faz um pacote, pode-se comprar por um preço muito bom.

















Churrasqueira não pode faltar em casa de gaúcho.



Mal terminou a construção da lareira o Alfredo já tocou fogo para testar a chaminé, limpar o local da obra queimando as sobras de madeira da construção e aquecer as noites frias do outono.

Até a próxima se Deus quiser...

 Anajá Schmitz

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Almoçando na rua


O modo de vida no campo sempre chamou atenção pela sua simplicidade. É um estilo singular com um charme especial. Quem vê uma cena ao ar livre em que a natureza se apresenta em sua forma mais sublime, se encanta. Para nós que vivemos a vida toda desta maneira não percebemos que nosso estilo de viver inspira muitas pessoas a quererem vir para o campo viver nesta calmaria. Nós vamos indo no tranquito moderado vivendo o dia como ele se apresenta. Enquanto o frio não chega estamos aproveitando nossa varanda. No domingo ficamos somente com um filho em casa e ele é nosso assador oficial dos domingos. Ele fez um churrasco maravilhoso. Esse clima ameno chama para o encontro e também para servir um agradinho. A arte de servir sempre me fascinou. E o melhor! Tudo se inventa em decoração, as coisas mais simples com pequenos toques ficam graciosas.





Essa farofa é uma delicia. Receita de minha irmã que mora em São Francisco do Sul-SC. Ela sempre faz essa farofa quando faz macarrão. Dá para comer pura de tão gostosa. Aqui usamos para acompanhar o churrasco de carne gorda e também o feijão. 
Farofa Catarina
02 colheres de margarina;
02 dente de alho;
sal e pimenta a gosto;
02 colheres de chá de colorau;
01 xícara de farinha de mandioca.
Frite o alho na margarina coloque o resto dos ingredientes. Vá mexendo até fritar, por fim coloque a farinha e deixe tostar um pouco em fogo baixo e mexendo sempre.





Até a próxima se Deus quiser...

 Anajá Schmitz

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Hoje comemoramos o dia do Meio Ambiente. Será?


O que para muitos significam que apenas neste e único dia, possamos de alguma forma preservar, um pouco o meio em que vivemos.

Mas, no Brasil, construímos a ideia do ANTROPOCENTRISMO, ou seja, a única e verdadeira preocupação é com o HOMEM, sendo ele o centro do Universo, convivendo com outros seres que habitam ao nosso redor,

Ou ainda, com o SENSOCENTRISMO, damos algum valor à outra forma de vida, mas apenas para aqueles que pensam ou sentem. Exemplos:  cães e gatos.

O Meio Ambiente não depende de nós humanos, ele se recupera, cria mutações das suas espécies para continuar vivendo. Diferentemente da espécie humana, a qual depende dos recursos naturais e não renováveis que o Meio Ambiente oferece.

No Brasil, está preocupação começou a surgir com a Conferência de Estocolmo, que ocorreu no ano de 1972.

E deste modo. aconteceu Declaração do Rio de Janeiro sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (1992): que traz em seu princípio 15

De modo a proteger o meio ambiente, o princípio da precaução deve ser amplamente observado pelos Estados, de acordo com suas capacidades. Quando houver ameaça de danos sérios ou irreversíveis, a ausência de absoluta certeza cientifica não deve ser utilizada como razão para postergar medidas eficazes e economicamente viáveis para prevenir a degradação ambiental.

Princípio 15 da Declaração sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento - Rio 1992.Disponível em: http://www.direitoshumanos.usp.br/index.php/Direito-ao-Desenvolvimento/declaracao-sobre-meio-ambiente-e-desenvolvimento.html

                      Dra. Alana Schmitz - Direito  Ambiental
                         OAB/RS 96.130

Imagens de ações feita sem nenhuma maldade, somente ignorância humana, que pensa que sua família ou sua geração não vai sofrer as consequências de seus atos, pois quaisquer que seja o resultado de sua degradação, isso acontecerá num futuro muito distante. O homem ignora os riscos que corremos ao destruir nosso planeta. A preservação do meio ambiente é importantíssima para nossa sobrevivência. E vemos que a cada dia que passa um pouquinho de nossas matas e riquezas naturais vão se acabando.











Até a próxima se Deus quiser...

 Anajá Schmitz

terça-feira, 2 de junho de 2015

Os invasores



Outro dia numa faxina fiquei a pensar. O que vai ser dos móveis no futuro. Os cupins estão estragando tudo. Madeira certamente não vai existir. O que será que combateria o cupim na natureza. Deve ter algum inimigo, pois todos tem um para evitar o crescimento descontrolado. Será que já o destruímos também? Esses venenos que tem no mercado não adiantam de nada. Logo eles voltam com força maior.
No entanto, descobri que uma casa fechada e escura é um estopim para eles proliferarem como mágica. Nesse quarto eles atacaram todos os móveis.
Fiz uma mistura que os fabricantes de móveis de Gramado me deram para controlar os cupins.
Mistura para cupins
5 litros de diesel
01 litro de Jimo cupim
05 pacote de naftalina
Misture e passe no móvel. Após, envolva o móvel em um saco plástico por um ou dois dias. É tiro e queda.








Até a próxima se Deus quiser...

 Anajá Schmitz