sexta-feira, 10 de julho de 2015

Trilhos de crochê


Aprendi a fazer crochê na escola, no quarto ano. Tivemos uma grande mestra, Professora Maria. Elas sempre inovava em suas aulas. Como tínhamos muita energia, a tarde ela pediu pra sua nora ensinar as meninas a fazer crochê. Todas nós aprendemos mas da turma de cinco meninas somente eu segui fazendo. É um vício pra mim e o melhor e ver a casa enfeitada com meus trabalhos. 















Até a próxima se Deus quiser...

 Anajá Schmitz

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Vento Norte, sopra forte


"Vai chover daqui a três dias previsão que ninguém erra, pois chegou o vento norte rebojando ao pé da serra." Se falares com alguém da campanha ou com meu pai, vai os ouvir dizer: que quando o vento rondava as tarde bordoneira na calmaria, certamente choveria. Vento norte chamado também de vento do povo pois vem assobiando nas taquaras melodia de guitarra. Dizem ainda, que este vento vem virando mundo e trazendo doenças. Mas de uma coisa eu sei, ele seca tudo que encontra pela frente, roupas, plantas, enxuga até as gotas de lágrimas da saudade.





Letra da música Vento Norte na voz de Iraci Rocha.
Conhecedor de caminhos
Mas a terra da alegria
É tua morada, é teu ninho
Se um dia eu pudesse ter
A força que têm os ventos
Iria varrer dos pagos
Tantos descontentamentos
Vai chover daqui três dias
Previsão que ninguém erra
Pois chegou o Vento Norte
Rebojando ao pé da serra
Trouxe em seu canto campeiro
A estridência das cigarras
Bordonenado no alambrado
Melodias de guitarras
Sopra forte, Vento Norte
Antes que essa chuva caia
Quero ver a chinoquinha
Segurar a sua saia

Até a próxima se Deus quiser...

 Anajá Schmitz


segunda-feira, 6 de julho de 2015

Arraiá do Alfredo


Nem bem ficou pronto nosso galpão e já fizemos nossa primeira festa. Essa foi à última festa de nossa gestão como Casal Presidente do Rotary Club de Osório – Ano Rotário 2014-15. 
Tudo pronto só esperando a galera. 




 O churrasqueiro da casa, dessa vez arrasou no quentão. Gente ele fez uma mandinga colocou muita coisa e ficou muito bom.

Nosso companheiros de viagens e de veraneio.






Meninas da Casa da Amizade
Companheiros Rotarianos 





Uma casal encantador,amigos e padrinhos queridos, sempre ao nosso lado nos servindo de exemplo e nos dando muitas alegrias.
Depois da festa vem uma preguiça.

Até a próxima se Deus quiser...

 Anajá Schmitz

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Comemorando com Alfredo


Olá queridos amigos e amigas. Alfredo neste fim de mês fez aniversário. Fizemos um surpresa para ele, já que gosta tanto de presentes e comemorações. Parabéns ao homem mais inteligente, querido, inquieto e amável que conheço.












A festa foi para Alfredo, mas o bolo foi para Alana,  a formiguinha da casa. A receita da massa é sempre a mesma. Dessa vez mudei os recheios. Quisemos matar a saudade dos bolos que minha mãe e minha sogra faziam. Receita da massa AQUI.
Recheio 01
100 gramas de coco;
02 xícaras de açúcar;
03 xícaras de água;
coloque em uma panela os ingredientes e leve ao fogo ferver, até que forme uma calda, se precisar coloque mais água.
Recheio 02
300 gramas de ameixa seca;
02 xícaras de água;
02 xícaras de açúcar;
coloque em uma panela os ingredientes e leve ao fogo ferver, até que forme uma calda.
Recheio 03
01 lata de leite condensado;
01 lata de creme de leite;
1/2 xícara de chocolate;
leve ao fogo até ficar firme e desgrudar do fundo, retire do fogo e acrescente o creme de leite, mecha bem e reserve;
Parta o bolo em 3 camadas e recheie, depois faça uma cobertura e coloque por cima.
Cobertura
300 gramas de nata
1/2 lata de leite condensado
Bate na batedeira até ficar firme, cuide se bater demais fica manteiga.






Até a próxima se Deus quiser...

 Anajá Schmitz

quinta-feira, 25 de junho de 2015

Lembranças de Solidão

Hoje nublado com chuva me vem uma nostalgia e começo a lembrar do tempos vividos em Solidão. Ontem a noite ao ouvir na noticia que ia dar ressaca no mar, me lembrei de uma vez que fomos para praia no verãozinho de maio como dizem por aqui. Tudo tranquilo, fomos para praia, chegamos, limpamos a casa, arrumamos as camas e fomos para o mar pescar. Depois de uma boa janta com um ensopado de bagre. Fomos dormir. Lá pelo meio da noite uma calmaria. Nos acordamos com um barulhinho da espuma das ondas revoltas. Meu pai acendeu o lampião a querosene, olhando para baixo, vimos que o mar tinha invadido nossa casa por causa da ressaca. Para nós crianças foi uma alegria, mas ao mesmo tempo dava um medo de o mar levar nossa casa. Pois uma tia nossa contava que o mar no alto da madrugada vinha buscar coisas para levar para as profundezas. Para nos assustar e acabar com a bagunça. Ainda bem, que as tarimbas eram altas. Tarimba é como chamamos camas altas e feita a facão.
 





Até a próxima se Deus quiser...

 Anajá Schmitz