quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

construindo porta e janelas


Construir hoje em dia é uma aventura caríssima. Temos esse desejo de fazer essa obra a muito tempo. Ainda bem que Alfredo, meus filhos e genro ajudam no trabalho, assim fica mais barato e acessível. Aberturas são uma das coisas mais cara. Alfredo bolou e fez as porta e janelas. Até as maçanetas foram feitas com restos de madeira. Compartilho esta construção para mostrar que tudo é possível. Dizem por ai, que é nas piores crises que nascem as melhores invenções. 












"A chama da amizade "

Porque cada amigo é uma chama que nos aquece o coração. Conto convosco para mantê-la acesa ! seguindo convite da amiga Fê blue bird.



Até a próxima se Deus quiser...


 Anajá Schmitz

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Construindo a escada



Olá! Imagens da construção só tem beleza para Alfredo e meu genro. Eles fotografam cada passo. Aguardo ansiosamente a fase de poder decorar. Aila não dá espaço para eles trabalharem, acompanha tudo. Essa é a etapa da escada. Aderaldo projetou junto com Alfredo e depois construirão. Tudo foi feito somente nos finais de semana, regado a caipira e a churrasco. Jean se safou da obra, roubou meu lugar na cozinha. 





  







Sofia, alegre para a foto.



Até a próxima se Deus quiser...


 Anajá Schmitz

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Telhado cozinha



Final do ano chegando e a loucura para preparar a casa. Também estamos na corrida da preparação do galpão para abrigar a festa de casamento de nossa filha.Compartilho mais uma etapa da nossa construção do galpão. Fizemos uma cozinha com fogão a lenha.







Mesmo na bagunça temos feito muitas reuniões com a família.



Até a próxima se Deus quiser...


 Anajá Schmitz

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Memórias de um doble chapa


Há momentos em nossas vidas em que entidades espirituais, aproximando-se a época de assumir novas experiências e compromissos, nos dão aquele estalo de mudar. Comecei a refletir: Eu vou casar com a mulher que amo e morar em um barraco coberto de zinco no meio do campo. Não! Lembrei que um cunhado tinha me convidado para ir para Porto Alegre estudar e trabalhar. Quando pedi demissão meu emprego, o gringo, meu patrão só faltou me pedir de joelhos para que ficasse. Afinal ele teria de escolher muito bem quem iria me substituir, era um serviço de responsabilidade, envolvia pagamento de medições. Mas fui irredutível, e parti. Peguei o ônibus em Livramento para Porto Alegre, não avisei família, namorada, ninguém, pois não iriam me deixar partir, dois dias atrás os militares tinham tomado o poder. Chegando na Capital, vi tanques de guerra nas ruas, ninhos de metralhadora. Minha mana morava no centro e lá aportei sem aviso prévio em sua casa. Que loucura! Fui tirar carteira de trabalho, e descobri que meu certificado de reservista do Exército estava com a cidade de nascimento como Rosário, isto não teria importância, mas não quis deixar errado, afinal envolvia meus brios de ser de LIVRAMENTO, encaminhei os documento na 3ª RM e enquanto aguardava. E demorou! Fui vender discos de eletrola. Imaginem! Vender discos de porta em porta já era difícil, mais difícil ainda foi vender discos de Sinfonias: BEETHOVEN & Cia. Incrível! Vendi e ganhei meus trocos. Creio que as pessoas ante minha cara de cachorrinho que caiu da mudança ficavam compadecidas e compravam. Teve uma senhora que até me deu um lanche, devia estar com a cara de louco de fome. Sentia muita fome mesmo, acostumado a comer com banha suína, e na cidade era usado óleo vegetal para fazer comida, por mais fortes que fossem, meu estomago as tinham como sopinha de hospital. Chegaram os documentos e consegui me empregar na Confeitaria Matheus em frente a Praça da Alfandega, entrava no Curso Duque de Caxias às 18:00 horas (tirando o Ginasial) saia as 22:00 horas, tinha permissão de atrasar-me 0:10 min para entrar no serviço no turno na confeitaria das 22:00 as 08:00.



NA CONFEITARIA (Próximo relato) Se achares este relato fraco espera para publicar o relato das minhas experiencias na confeitaria...
      

                                              Escrito por Nelcy Cordeiro