quinta-feira, 2 de julho de 2015

Comemorando com Alfredo


Olá queridos amigos e amigas. Alfredo neste fim de mês fez aniversário. Fizemos um surpresa para ele, já que gosta tanto de presentes e comemorações. Parabéns ao homem mais inteligente, querido, inquieto e amável que conheço.












A festa foi para Alfredo, mas o bolo foi para Alana,  a formiguinha da casa. A receita da massa é sempre a mesma. Dessa vez mudei os recheios. Quisemos matar a saudade dos bolos que minha mãe e minha sogra faziam. Receita da massa AQUI.
Recheio 01
100 gramas de coco;
02 xícaras de açúcar;
03 xícaras de água;
coloque em uma panela os ingredientes e leve ao fogo ferver, até que forme uma calda, se precisar coloque mais água.
Recheio 02
300 gramas de ameixa seca;
02 xícaras de água;
02 xícaras de açúcar;
coloque em uma panela os ingredientes e leve ao fogo ferver, até que forme uma calda.
Recheio 03
01 lata de leite condensado;
01 lata de creme de leite;
1/2 xícara de chocolate;
leve ao fogo até ficar firme e desgrudar do fundo, retire do fogo e acrescente o creme de leite, mecha bem e reserve;
Parta o bolo em 3 camadas e recheie, depois faça uma cobertura e coloque por cima.
Cobertura
300 gramas de nata
1/2 lata de leite condensado
Bate na batedeira até ficar firme, cuide se bater demais fica manteiga.






Até a próxima se Deus quiser...

 Anajá Schmitz

quinta-feira, 25 de junho de 2015

Lembranças de Solidão

Hoje nublado com chuva me vem uma nostalgia e começo a lembrar do tempos vividos em Solidão. Ontem a noite ao ouvir na noticia que ia dar ressaca no mar, me lembrei de uma vez que fomos para praia no verãozinho de maio como dizem por aqui. Tudo tranquilo, fomos para praia, chegamos, limpamos a casa, arrumamos as camas e fomos para o mar pescar. Depois de uma boa janta com um ensopado de bagre. Fomos dormir. Lá pelo meio da noite uma calmaria. Nos acordamos com um barulhinho da espuma das ondas revoltas. Meu pai acendeu o lampião a querosene, olhando para baixo, vimos que o mar tinha invadido nossa casa por causa da ressaca. Para nós crianças foi uma alegria, mas ao mesmo tempo dava um medo de o mar levar nossa casa. Pois uma tia nossa contava que o mar no alto da madrugada vinha buscar coisas para levar para as profundezas. Para nos assustar e acabar com a bagunça. Ainda bem, que as tarimbas eram altas. Tarimba é como chamamos camas altas e feita a facão.
 





Até a próxima se Deus quiser...

 Anajá Schmitz



sexta-feira, 19 de junho de 2015

Fogão rústico e campeiro



Fogão a lenha é minha paixão. Além de serem bonitos, eles aquecem a casa. Também fazemos deliciosas refeições. A comida fica maravilhosa, feito no fogão de ferro. A carne frita numa panela ferro tem outro sabor. E o que meus filhos mais gostam é do arroz com rapinha. Essa rapinha de arroz somente se faz no fogão de lenha. Meu projeto para essa cozinha do galpão era outro. Queria um fogão de ferro amarelo. Pois já temos outros  dois fogão campeiro. Numa viagem a Caxias-RS, vi o fogão amarelo dos meus sonhos. Mas Alfredo me mostrou várias vantagens do fogão de rabo ou campeiro. Tive que concordar com ele. Uma das vantagens é não precisar cortar lenha. Segue imagens das fases da construção de nosso fogão número 03.
 
 










Fazer fogo com lenha verde, somente o Alfredo; guri de cidade...

Até a próxima se Deus quiser...

 Anajá Schmitz

terça-feira, 16 de junho de 2015

Fumaça me traz lembrança da Solidão


Queimar o campo era coisa dos antigos. Lembro que meu pai fazia queimadas para acabar com as macegas para brotar o pasto novo pro gado. Naquela época ele não tinha consciência nenhuma de preservar ambiente onde vivia. Nestas macegas tinha cobras e era uma correria de cobras pelo campo. Muito corridão de cobra levei em minha infância. Eu na minha inocência acreditava que as cobras corriam atrás da gente para nos pegar. Mas o que acontecia era que nós disparávamos para o mesmo lado. Uma vez corri tanto, que fiquei sem ar. Do potreiro até a casa era muito longe. Só parei em cima da mesa da cozinha gritando desesperada. Cade a cobra? Que cobra que nada. Ela ficou lá no campo. Mas em minha imaginação ela estava nos meus garrão. Lembranças daquela época, mas hoje em dia, ainda fico impressionada com a ignorância de alguns. Esta fumaça é de um incêndio provocado por um vizinho perto de nossa casa. Um rapaz jovem que por certo tem conhecimento de todo o problema ambiental que o planeta enfrenta e sobre o esforço coletivo para a preservação do meio ambiente. Porém, na prepotência dele, ele pode fazer a queimada isso não vai dar em nada.







Até a próxima se Deus quiser...

 Anajá Schmitz

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Construindo a cozinha no galpão 1


Essa é a cozinha do galpão. Ela tem 10 m x 4 m. Fazer essa parte inicial foi tranquilo. Bem! Tranquilidade na compra dos materiais. Trocamos nosso empreiteiro. Ai começou a correr tudo tranquilo. Uma coisa aprendi nesta construção. Temos que valorizar o regional. Comprar produtos fabricados em nossa região. Além de ser mais barato temos contato com o fabricante. Outra dica é sair em cidadezinhas do interior e visitar as lojas que vendem material de construção, nestas cidades não existe muita procura. Se encontra coisa muito boa e antiga, com um preço inacreditável de tão barato. Os comerciantes dessas cidades onde as tendências são mais urbanas, ficam com as mercadorias rústicas parados por muito tempo, se faz um pacote, pode-se comprar por um preço muito bom.

















Churrasqueira não pode faltar em casa de gaúcho.



Mal terminou a construção da lareira o Alfredo já tocou fogo para testar a chaminé, limpar o local da obra queimando as sobras de madeira da construção e aquecer as noites frias do outono.

Até a próxima se Deus quiser...

 Anajá Schmitz