sexta-feira, 22 de julho de 2016

Antigamente sim


Hoje, em nossa loja, recebemos um  cliente que alegrou nosso dia. Sr Porch. Falar dos tempos passado é muito bom. Essa nostalgia nos alegra a alma e enriquece nossa vida. Ele nasceu e cresceu no interior. E como as histórias de quem cresceu no campo são parecidas!
Lembrei de uma certa feita, minha família tinha uma roça de cebola para colher e estava para chover, os vizinhos viram que o tempo estava virando e vieram todos ajudar a colher para nós não perdermos a colheita. Pois a cebola não pode molhar a rama, tem que estar seca e maleável para fazer a réstia e logo após armazenar no galpão, em varal. Assim eram antigamente, todos se ajudavam. Pais que tinham filhas bonitas, na colheita, os rapazes iam lá ser solidários. Trabalhavam, mas de olho nas gurias.
Uma vez um vizinho nosso arrendou terras para meu pai plantar feijão e milho, na colheita lembro que o arrendatário foi junto com sua família ajudar na colheita. Nós arrancávamos os pés de feijão e colocávamos em cima de uma lona grande para pegar o calor do meio dia e de tarde íamos lá e batíamos com umas taquaras para os grãos saírem da casca. Depois da colheita fomos todos apreciar uma bela churrascada, ofertado pelo Seu Olívio e a dona Juditi. 
Alguns ditados do Seu Porch; Esses ditados são:

Mais parado que água de poço.
Mais faceiro que guri de roupa nova.
Mais apertado que pé em sapato novo.
Mais perdido que cusco em tiroteio.
Mas longo que putiada de gago. ( putiada = chingar)
Mas liso que camisa de gordo.
Mas solto que peido em bombacha.
Mas quieto que criança cacada.
Firme que nem palanque em banhado.
Mais que feio que o diabo de calça plástica.
Mais curto que coice de porco.
Mais firme que prego em polenta.
Mais enrolado que bolacha em boca de veia. 
Tá um frio de renguear cusco.
Mais grosso que palanque de porteira.
Mais grosso que dedo destroncado;

Mais ditos populares:
1 -  http://mateandosobrerodas.blogspot.com.br/2012/10/ditados-populares-gauchos.html
2- https://tcheloco.wordpress.com/2008/04/25/ditados-populares-gauchos/
3- https://tokdehistoria.com.br/2013/01/16/ditados-populares-e-seus-significados-segundo-cascudo/







Até a próxima se Deus quiser...


 Anajá Schmitz


segunda-feira, 18 de julho de 2016

Festa de nosso Coral

Quando estava na faculdade, minha amiga Adriana Santana, me convidou para cantar no coral que ela fazia parte. Amei o convite, pois sempre gostei de cantar. Desde lá estou tentando cantar. Uma parte do grupo está junto há muito tempo. Esse grupo é maravilhoso, alegre e cantadores. Grandes amigos! Bem dizem que quem canta seus males espanta. Compartilho um de nossos encontros. 
























Compartilho uma música gaúcha, Horizontes, cantado pelo nosso grupo em um ensaio.  
  video
Imagem de nosso companheiro Moisés.


Até a próxima se Deus quiser...


 Anajá Schmitz


quarta-feira, 13 de julho de 2016

Galpão arrumado para festa


Tudo que antecede aos bons acontecimentos nos dá mais prazer. Quando nos preparamos para receber visitas, a empolgação de arrumar tudo é muito bom. Eu  e Alfredo ficamos a tarde preparando a casa para a reunião do nosso grupo de canto, para juntos fazemos a festa. Assim é a vida vivendo de antecedentes felicidades. 

















Até a próxima se Deus quiser...


 Anajá Schmitz


terça-feira, 5 de julho de 2016

Casaquinhos de bebes


Adoro fazer trico. Meus filhos estão velhos e nada de me darem netos. Quando chegar os bebes vou estar com idade de bisavó. Mas como gosto de fazer roupinhas de bebes, fiz essas para doar e já estão aquecendo muitas crianças.  A receita encontra neste Blog.





Essas bonecas Alfredo ganhou para doar. Com esse frio não dá para deixar elas sem roupinhas. Fiz conjuntinhos de lã, para as meninas se inspirarem e aprenderem a fazer tricô. Não consegui inspirar minha filha para aprender essas artes. Yanne, filha de uma amiga veio me visitar e pediu-me para ensinar a ela fazer trico e crochê. Pelo menos essa me deu a felicidade de apreciar. 








Até a próxima se Deus quiser...


 Anajá Schmitz


quinta-feira, 30 de junho de 2016

Uma nova empreitada


Hoje venho compartilhar nosso novo espaço, em novo endereço. Depois de vários tropeços da vida, vim me juntar a família no trabalho. Lecionei por dez anos. Gostava de levar conhecimento aos alunos Foi uma boa fase da vida profissional. Precisava me deslocar para outro Município, e após um acidente de moto, acreditei que ali era meu fim. Desisti de tudo e fiquei a espera da sorte. Me aquerenciei na empresa. Alfredo e minha filha, se dedicaram ao escritório de Advocacia e ficamos por aqui, eu e meu filho mais velho. Como minha paixão é a decoração. Tive que dar meus toques. 

Colamos tecido nesta divisória. Alfredo rebaixou o teto, conforme orientou nossa arquiteta Renata Paz, que arquitetou nosso espaço. Ele também mostrou os dotes na construção do lustre.





Alana, Mariana e nossa arquiteta Renata Paz.

Volmar fez a marcenaria.










Até a próxima se Deus quiser...


 Anajá Schmitz