sexta-feira, 13 de julho de 2018

Cebola



Quando voltávamos de nosso acampamento esse ano, passamos em São José do Norte /RS para comprar cebola. Tavares e Mostardas são também municípios que também plantam cebola. Meu pai foi um que plantou cebolas a vida toda. Ver esse galpão com o varal cheio de cebola em molhos me fez voltar ao tempo de infância. E que cheiro maravilhoso exala dessa palha seca. Trouxe uma réstia de cebola para enfeitar a casa.

 










Até a próxima se Deus quiser...


 Anajá Schmitz


sexta-feira, 15 de junho de 2018

Cafés


Uma das refeições que mais gosto são os cafés, tanto da manhã quanto da tarde. Por que tem pão. Amo pão. Raramente tomo café da manhã, sempre acordo em cima da hora para ir ao trabalho. E de tarde estou trabalhando. Então essa refeição só acontece nos finais de semana. E também quando vamos para a praia. Lá temos tempo de apreciar um bom café.












Até a próxima se Deus quiser...


 Anajá Schmitz



sexta-feira, 1 de junho de 2018

Depois não reclama do colesterol



Outro dia, num feriado, nos perdemos no horário. Levantamos ao meio dia. Fiz um almoço diferente. Cheio de calorias. As saladas apenas para aliviar a mente culpada das frituras. haha
Batata doce grelhada, fica uma delícia e ultimamente tenho feito quase que diariamente. Estou usando no lugar do pão no café da manhã. Quando morava em Solidão esse era um alimento sempre presente em nossa mesa.
  •  02 batatas doce descascadas e cortadas em tiras grossas;
  • sal a gosto;
  • 04 colheres de sopa de azeite ou óleo;
Em uma forma,  coloque as batatas doce em tiras, polvilhe o sal e coloque por cima o azeite. Leve ao forno para assar em 180ºC por uns 20 minutos. Se quiser deixar crocante deixe mais um tempo.  Nessa fase é muito rápido, tem que cuidar para não queimar.


Arroz sempre sobra aqui em casa, congelo para fazer o Bolinho de arroz. Mas tem que ter muito tempero verde para dar sabor. Segue a receita: 
· 2 xícaras de chá de arroz branco pronto gelado
· 1/2 xícara de café de temperinho verde picada
· 2 ovos
· 1 xícara rasa de chá de farinha de trigo
· 01 colher de fermento em pó químico
· 1 l de óleo de canola
Junte todos os ingredientes, exceto o óleo, numa tigela. Misture bem, usando uma colher de pau. A mistura deve ficar bem homogênea. Esquente o óleo e vá fritando os bolinhos.



Até a próxima se Deus quiser...


 Anajá Schmitz




segunda-feira, 21 de maio de 2018

Carreteiro feito no fogão a lenha


Aos sábados eu e Alfredo gostamos de ficar em casa curtindo nosso galpão. Ele gosta muito de carreteiro de charque. Acendemos o fogão a lenha e ficamos admirando a lenha lentamente queimando e exalando o maravilhoso cheirinho da vida do campo. A lenha usada são os galhos das podas e as pinhas que caem aos montes com qualquer ventinho. Rapidamente sai uma deliciosa refeição. Essa chapa de ferro deixa qualquer comida com uma sabor riquíssimo. É inexplicável o sabor.








Até a próxima se Deus quiser...


 Anajá Schmitz

sexta-feira, 11 de maio de 2018

Churrasco 12 horas

Esse é meu filho mais velho, Jean. Quando tinha uns quatros anos meu sogro fez uma  mini churrasqueira e ensinou ele a fazer churrasco.  Ele é nosso assador dos churrascos de Domingo. Neste dia era aniversário dele, ele fez um churrasco especial.  Uma costela inteira assada durante doze horas ao lado do fogo. Alfredo fez os espetos de ferro e lá se foram os dois, assar a carne para a noite esperar os amigos para o jantar. Que delicia ficou. Foram mais de 12 horas assando lentamente ao lado do braseiro. 












Até a próxima se Deus quiser...


 Anajá Schmitz

terça-feira, 17 de abril de 2018

Gamela


Quando Alfredo fez essa gamela, logo me lembrei do poema Madrugada (Apáricio Silva Rilo) que ele declamava para mim quando nos conhecemos. Esse poema retrata tal e qual era minha vida na Solidão. Meu pai acordava de madrugada. Fazia o fogo para esquentar a água do chimarrão. E o estalar da lenha queimando sempre me acordava. E essa música completa a descrição.
No poncho morno das cinzas,
dorme o fogo de galpão.
Ao escasso calor de seus carvões a cuscada, 
se entrevera com os peões,
partilhando uma sobra de pelego.

- Vai pro diabo excomungado!

Enquanto o guaipeca atarantado
se amoita pra outro lado fazendo volta e meia,
um peão, vai bombear se já clareia,
a barra vermelha da saia do céu.

- Tá na hora, pessoal!

Lava a cara, na gamela de água fria,
enchuga as mãos ao comprido da melena.
Põe erva no porongo, aviva o fogo,
cutuca forte um índio dorminhoco:

Te levanta, cara de louco!

E enquanto chia a cambona
coberta de picumã,
emponchada no brilho da alvorada,
boleia a perna, a dona Madrugada,
para abrir a cancela da manhã...










Até a próxima se Deus quiser...


 Anajá Schmitz