quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Inventos de tecidos


Os amigos que conhecem minha casa se assustam com a quantidade de coisas que tenho. Estou quase uma acumuladora. Fui proibida pelo Alfredo de colocar qualquer item em casa. Mas para minha alegria tenho uma casa a mais para eu poder encher com meus invento. A casa do Ade e da Alana. Fiz esse porta saco. E essas toalhas de mesa de chitão. 








Até a próxima se Deus quiser...
 Anajá Schmitz

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Madeira, um toque especial em qualquer decoração


Olá! Espero que todos queridos amigos estejam bem e felizes. Em breve estarei batendo a porta de vocês para uma visitinha. O tempo me passou uma rasteira e não tenho conseguido me organizar. Desejo a todos uma semana de muitas alegrias.
Nas minhas andanças em Solidão, na beira mar, encontrei essa madeirinha. Achei muito bonita e trouxe para casa. Um tempo depois achei um destino. Encontrei numa loja esse porta rolo de papel higiênico. Alfredo parafusou e passei cera com betume. E foi para onde? Para a casinha da Alana e do Ade.











Mas um designer do Alfredo. Essa prateleira ficou muito bonita que nem quisemos pintar. Esse escuro ele fez com uma lixa gasta. Ela queina a madeira e dá esse tom escuro no desenho da tábua.




O jovem casal, está a espera do móvel prometido pelo Alfredo para colocar embaixo da pia.


Até a próxima se Deus quiser...

 Anajá Schmitz

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Memórias de um doble chapa XV





Sofri muito bulling, e agressões, os pais uruguaios ensinavam os filhos a bater e a brigar, um garoto numa rua estranha sempre era afrontado para a briga. No colégio me provocavam e sempre a culpa era minha, mesmo que não fosse, por isso minhas notas eram elogiadas sempre pelas maestras pelo conhecimento e censuradas no comportamento. Lembro que na passagem do 4º para o 5º ano letivo a professora estava indignada com os garotos uruguaios, pois eu, o brasileiro tido como de mau comportamento, tinha tirado a melhor nota dos garotos. Apesar disso ela reconheceu meu valor. O único boletim escolar que não extraviei foi o que ela colou uma mensagem para mim. Nestes termos:
“Nelcy, eres inteligente as uso de essa miente despierta e llegarás lejos”

Na próxima sexta-feira, segue mais recordações de um doble chapa.

                                                             Escrito por Nelcy Cordeiro



segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Mais uma do Alfredo


Olá! Estavam com saudade do Alfredo? Ele anda meio vagaroso nas construções. Coitado! Está passando por uma crise, dores nas costas. Mas ele faz loucuras, pega peso. Agente é assim, desconhecemos nossa natureza frágil. Quando vem os problemas que vemos o quanto errado fizemos com nossa saúde. Ele fez essa prateleira para o apartamento de nossa filha. Vou mostrar o antes e depois decorada.

Esses nossos bichinhos são uns artista. É pegar a maquina fotográfica que eles já fazem pose. Inacreditável. A sofia é uma modelo fotográfico. Eles ficam parados e não se mexem. 












Até a próxima se Deus quiser...

 Anajá Schmitz

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Memórias de um doble chapa XIV



O EXÍLIO

Três irmãs de minha mãe moravam no URUGUAI, a que morava em Montevidéu capital, era minha madrinha, sempre insistia com minha mãe para que eu fosse morar com ela e estudar,. Minha mãe relutava, mas como era tanta a insistência ela permitiu, afinal era sua terra natal e eu ia estudar lá e aprender o idioma. Lembro que no dia da partida meu pai ficou chorando. E lá fui eu de ônibus até Livramento onde pousamos. Custei a dormir nunca tinha ouvido milhares de cães a latirem ao mesmo tempo. Acordei de madrugada ouvindo o canto de milhares de galos. Nas cidades do interior, quase todos moradores eram camponeses que tinham vindo morar na cidade e mantinham o hábito de criar galinhas. Eu achava tudo muito estranho, não conhecia cidade alguma. Partimos de RIVERA no URUGUAI de trem até MONTEVIDÉU. Um dia inteiro de Maria Fumaça, também nunca tinha viajado na cuja. Fiquei maravilhado vendo os campos do Uruguai, imensas pradarias, rebanhos de gado do mesmo pelo, de vacas holandesas. Desci na estação da capital um pavilhão gigantesco de ferro e telhado de vidro, como se fosse uma galinha transportada em um saco e solta entornando-se o saco. Mais agitado do que caturrita em mudança. Ali comecei uma jornada de quatro anos. Fui matriculado no colégio, nos primeiros dias todos vinham me olhar como se eu fosse um filhote de uma espécie rara em extinção. Afinal havia um (brasilerito nel colêgio). Mas com uma mente infantil zerada, aprendi o idioma em um ano e até com sotaque dos Castilhos. Mas o apelido ficou (El brasilero) por ironia, ao retornar ao Brasil ganhei o apelido de Castelhano, pois voltei falando espanhol, até hoje vez por outra se lembram de me chamar assim.


Na próxima sexta-feira, segue mais recordações de um doble chapa.


                                                             Escrito por Nelcy Cordeiro



quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Lindezas rusticas para combinar com a vida no campo



Olá queridos amigos e amigas. Esse mundo virtual nos permite viajar e sonhar e ver que tudo é possível para uma alma peregrina. Assim passo alguns segundos da vida, apreciando e conhecendo pessoas tão distante e tão próximas. E agradecer tanto carinho e belas amizades é pouco. Como sou abençoada por ter vocês. Este espaço só existe por que vocês nos inspiram e gostam do nosso jeito gaúcho e meio aprendiz de viver. Obrigada. A cada dia me torno um pouquinho melhor graças aos meus amigos virtuais.




Sou entre flor e nuvem, estrela e mar. Por que havemos de ser unicamente humanos, limitados em chorar? Não encontro caminhos fáceis de andar. Meu rosto vário desorienta as firmes pedras que não sabem de água e de ar.  

White paint, green plants, wooden crates for this rustic outdoor kitchen.
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table
Fonte

summer table.
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Até a próxima se Deus quiser...

 Anajá Schmitz