quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Telhado cozinha



Final do ano chegando e a loucura para preparar a casa. Também estamos na corrida da preparação do galpão para abrigar a festa de casamento de nossa filha.Compartilho mais uma etapa da nossa construção do galpão. Fizemos uma cozinha com fogão a lenha.







Mesmo na bagunça temos feito muitas reuniões com a família.



Até a próxima se Deus quiser...


 Anajá Schmitz

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Memórias de um doble chapa


Há momentos em nossas vidas em que entidades espirituais, aproximando-se a época de assumir novas experiências e compromissos, nos dão aquele estalo de mudar. Comecei a refletir: Eu vou casar com a mulher que amo e morar em um barraco coberto de zinco no meio do campo. Não! Lembrei que um cunhado tinha me convidado para ir para Porto Alegre estudar e trabalhar. Quando pedi demissão meu emprego, o gringo, meu patrão só faltou me pedir de joelhos para que ficasse. Afinal ele teria de escolher muito bem quem iria me substituir, era um serviço de responsabilidade, envolvia pagamento de medições. Mas fui irredutível, e parti. Peguei o ônibus em Livramento para Porto Alegre, não avisei família, namorada, ninguém, pois não iriam me deixar partir, dois dias atrás os militares tinham tomado o poder. Chegando na Capital, vi tanques de guerra nas ruas, ninhos de metralhadora. Minha mana morava no centro e lá aportei sem aviso prévio em sua casa. Que loucura! Fui tirar carteira de trabalho, e descobri que meu certificado de reservista do Exército estava com a cidade de nascimento como Rosário, isto não teria importância, mas não quis deixar errado, afinal envolvia meus brios de ser de LIVRAMENTO, encaminhei os documento na 3ª RM e enquanto aguardava. E demorou! Fui vender discos de eletrola. Imaginem! Vender discos de porta em porta já era difícil, mais difícil ainda foi vender discos de Sinfonias: BEETHOVEN & Cia. Incrível! Vendi e ganhei meus trocos. Creio que as pessoas ante minha cara de cachorrinho que caiu da mudança ficavam compadecidas e compravam. Teve uma senhora que até me deu um lanche, devia estar com a cara de louco de fome. Sentia muita fome mesmo, acostumado a comer com banha suína, e na cidade era usado óleo vegetal para fazer comida, por mais fortes que fossem, meu estomago as tinham como sopinha de hospital. Chegaram os documentos e consegui me empregar na Confeitaria Matheus em frente a Praça da Alfandega, entrava no Curso Duque de Caxias às 18:00 horas (tirando o Ginasial) saia as 22:00 horas, tinha permissão de atrasar-me 0:10 min para entrar no serviço no turno na confeitaria das 22:00 as 08:00.



NA CONFEITARIA (Próximo relato) Se achares este relato fraco espera para publicar o relato das minhas experiencias na confeitaria...
      

                                              Escrito por Nelcy Cordeiro

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Contando tempo


Era assim que Mento um grande amigo e companheiro de meu pai falava quando alguém fazia aniversario. Dia 15 de novembro sempre foi uma data especial para mim, além de ser meu aniversario era também um dia em que todos meus irmãos vinham para casa votar e comemorar comigo. 


Minha irmã ligou chorando, falando que tinha esquecido de meu aniversário. E lamentava que nunca tinha esquecido. E sabes que hora ela ligou? No dia, às 10 horas da manhã. Falei: Tu não estás muito atrasada, ainda dá tempo de vir aqui tomar um café comigo e foi que ela fez, veio com sua amada família. E junto na carreata veio minha sobrinha Flavia e o marido Gustavo.


Amo minha família!

Esse  foi um dos meus presentes de aniversário. Mariana me deu a Bupsi.


Até a próxima se Deus quiser...


 Anajá Schmitz

quarta-feira, 11 de novembro de 2015



Olá queridos amigos. Passando para lhes desejar um belo descanso, pois o fim de semana se aproxima. Nós estamos na correria de deixar o galpão pronto para o casamento de nossa filha. Mas o tempo está dificultando um pouco. A chuva não cessa. O Pantanal se mudou para minha casa. Estamos rodeados de água. Enquanto chove, aproveito para fazer crochê. Em breve as janelas do galpão estarão enfeitadas com as cortinas de crochê.

 





Até a próxima se Deus quiser...


 Anajá Schmitz