sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Segunda comemoração


Compartilho a segunda fase da festa de aniversário de Alfredo.  Como ele festeja na época das comemorações juninas, esse sempre é o tema da festa. Para nos do sul é o tempo mais frio do ano. E o vento nos castiga. Tentamos fazer um quebra vento de tecido. E funcionou. 






























Até a próxima se Deus quiser...


 Anajá Schmitz


terça-feira, 29 de agosto de 2017

Aniversario do Alfredo


Olá! Esse ano ando devagar. E também o tempo está passando ligeiro demais. Estou um pouquinho sumida, mas vocês estão sempre em meus pensamentos e orações. Alfredo fez aniversário e inventamos uma comemoração diferente. Eu adoro esses belisquete como dizia meu aluno Felipe. E o pão é minha paixão, se me deixarem como somente pão e café. Essa é a única bebida que tomo. 







Nossos vizinho Marciano e Heloisa vieram parabenizar Alfredo.






Alfredo é pior que criança só quer presente.



Até a próxima se Deus quiser...


 Anajá Schmitz


segunda-feira, 28 de agosto de 2017

São francisco do Sul


Olá queridos amigos ! Venho compartilhar um passeio muito legal que fizemos em São Francisco do Sul/Santa Catarina. Dois de meus irmãos moram nesta bela cidade. Sempre que vamos lá, nos encantamos com o belíssimo lugar. São Francisco é a terceira cidade brasileira mais antiga. Fica numa ilha, rodeada de praia lindas. Vale a pena conhecer. Uma cidade tranquila, segura e repleta de atrativos naturais.  









Alfredo enquanto contempla, planeja pescar neste belo mar.









Até a próxima se Deus quiser...


 Anajá Schmitz

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Carreteiro e carne frita



Autoria: Jayme Caetano Braun

Nobre cardápio crioulo das primitivas jornadas,
Nascido nas carreteadas do Rio Grande abarbarado,
Por certo nisso inspirado, o xiru velho campeiro
Te batizou de "Carreteiro", meu velho arroz com guisado.

Não tem mistério o feitio dessa iguaria bagual,
É xarque - arroz - graxa - sal
É água pura em quantidade.
Meta fogo de verdade na panela cascurrenta.
Alho - cebola ou pimenta, isso conforme a vontade.

Não tem luxo - é tudo simples, pra fazer um carreiteiro.
Se fica algum "marinheiro" de vereda vem à tona.
Bote - se houver - manjerona, que dá um gostito melhor
Tapiando o amargo do suor que -
às vezes, vem da carona.

Pois em cima desse traste de uso tão abarbarado,
É onde se corta o guisado ligeirito - com destreza.
Prato rude - com certeza,
mas quando ferve em voz rouca
Deixa com água na boca a mais dengosa princesa.

Ah! Que saudades eu tenho
dos tempos em que tropeava
Quando de volta me apeava
num fogão rumbeando o cheiro
E por ali - tarimbeiro, cansado de bater casco,
Me esquecia do churrasco saboreando um carreteiro.

Em quanto pouso cheguei de pingo pelo cabresto,
Na falta de outro pretexto indagando algum atalho,
Mas sempre ao ver o borralho onde a panela fervia
Eu cá comigo dizia: chegou de passar trabalho.

Por isso - meu prato xucro, eu me paro acabrunhado
Ao te ver falsificado na cozinha do povoeiro
Desvirtuado por dinheiro à tradição gauchesca,
Guisado de carne fresca, não é arroz de carreteiro.

Hoje te matam à Mingua, em palácio e restaurante
Mas não há quem te suplante,
nem que o mundo se derreta,
Se és feito em panela preta, servido em prato de lata
Bombeando a lua de prata sob a quincha da carreta!

Por isso, quando eu chegar,
nalgum fogão do além-vida,
Se lá não houver comida já pedi a Deus por consolo,
Que junto ao fogão crioulo,

Quando for escurecendo, meu mate -amargo sorvendo,
A cavalo nalgum tronco, escute, ao menos, o ronco
De um "Carreteiro" fervendo. 





Até a próxima se Deus quiser...


 Anajá Schmitz