quarta-feira, 14 de outubro de 2020

Senhor das manhas ...

 

Sempre que vamos para Solidão, meu coração se enche de alegria. Fico mais perto das minhas lembranças. Uma parte de minha vida foi passada em Solidão, entre um misto de alegrias, aventuras e algumas tristezas. Tristeza por que agora não estão mais lá, meus pais e meus irmãos. Recordar destes momentos são alento para alma. E ao escutar as belas canções de Luiz Marenco me transporto para aquele tempo, como se estivesse vivendo novamente tudo...











CAMINHADA ( este poema é de meu amigo Nelcy Cordeiro o doble chapa).

Clareio o dia sorvendo meu amargo
 Saio ao passito a lo largo Pela rua lá
 dos fundos Mergulhado no meu mundo

No fim da rua a Lagoa do Marcelino 
Onde me sinto um menino 
Contemplando a natureza
Cheia de encanto e beleza 

Garças, tajãs, marrecas, maçaricos 
 Num ambiente muito rico
 De diversidades e cores 
 A mata virgem, pássaros, flores. . .

As montanhas lá no fundo em lusco fusco
 Nesses momentos é que eu busco
 Imaginar-me um poeta 
 Recarrego as baterias, de otimismo e alegria
 E minha alma se completa 

nelcy 



                           Até a próxima se deus quiser...
 Anajá Schmitz

quinta-feira, 17 de setembro de 2020

A família aumentou por aqui


Adoro gatos! Na minha infância era raro ter gatos em casa. Como eu tinha asma, minha mãe não deixava gatos perto de mim. Meu sonho era ter um gatinho para brincar. Na casa de minha amiga tinha quatro gatos cinza malhado. Eram muito ariscos! Uma noite que posei na casa dela, de manhã aconteceu o maior reboliço. O Mento, pai da minha amiga Laura, levantava de madrugada para fazer fogo, esquentar água para tomar chimarrão antes de ir para o campo trabalhar.  Nos acordamos com cheiro de sapeco de pelo. A Dora, mãe da Laura, fez uma gritaria. Como era inverno os gatos dormiam dentro do fogão depois que apagavam as chamas da lenha. Um ótimo lugar para passar as noites frias. O Mento fez o fogo e não percebeu os gatos no fundo do fogão. Mas que rapidamente ele tirou as ruelas da chapa de ferro do fogão. Ligeiro e matreiros desapareceram numa corrida. Hahaha Não encontramos mais os gatos naquele dia...


Esse fogão por aqui é conhecido como "fogão de rabo"
Usado especialmente para colocar um moirão inteiro.

 




Até a próxima se deus quiser...
 Anajá Schmitz


terça-feira, 8 de setembro de 2020

Relembrando

Outro dia pensava... Preciso de dinheiro para fazer outras tantas coisas. Mas ao observar lentamente tudo, vi que não se precisa de dinheiro e sim de foco e vontade de realizar. Olhando meus crochês, lembrei de quando casei, queria  comprar cortinas chique e moveis caros para decorar nossa casa. Como não tinha dinheiro, fui numa loja e comecei comprar um novelo de fio por mês para confeccionar minhas cortinas. Que alegria! Quando fiz a primeira cortina e coloquei na janela. Vi que tu era possível. Daí  em diante não parei mais. Todas as janelas tem um modelo diferente e feito por mim. A maioria das coisas aqui em nossa casa são feitas por mim e pelo Alfredo. 
























Até a próxima se deus quiser...
 Anajá Schmitz